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Azhē Energia

Entenda porque a energia solar pode ser uma grande aliada para frear o aquecimento global

Ano após ano, é possível acompanhar o agravamento do aquecimento global como reflexo dos impactos ambientais causados pela atividade humana. Dados do relatório especial do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), divulgado pela ONU em 2018, já previam que, sem os cuidados necessários, em aproximadamente trinta anos é possível que se dobre o grau do aquecimento atual. Esse número já aumentou em torno de 0,5°C nos últimos 100 anos, e pode chegar a 2ºC antes da metade do século, atingindo o mínimo seguro para se viver no planeta Terra.

Entre as propostas apresentadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para frear esse cenário até 2030, estão: o desenvolvimento de cidades e comunidades sustentáveis, o consumo e produção responsáveis e a implantação da energia solar de forma limpa e mais acessível, uma vez que esse modelo energético é também renovável e inesgotável, sem gerar impactos ambientais.

A boa notícia é que, devido ao seu crescimento expressivo, a energia solar poderá chegar no ano de 2050 com 75% de participação no mix global de eletricidade. Esse dado foi divulgado pelo estudo “Eletricidade renovável de baixo custo como o principal impulsionador da transição energética global em direção à sustentabilidade”, realizado pela Universidade de Tecnologia Lappeenranta, na Finlândia, trazendo a energia fotovoltaica como grande aliada na redução do avanço do aquecimento global.

Problemas do presente que refletem no futuro

Atualmente, a maior parte das atividades humanas retira energia por meio da queima de combustíveis fósseis, como carvão, gasolina, óleo diesel, gás natural e outros derivados do petróleo. Isso vem impactando negativamente a vida na Terra, pois emite grandes quantidades de gases de efeito estufa (GEE).

Além disso, a maior parte da eletricidade consumida no Brasil hoje é gerada por usinas hidrelétricas, que são fontes renováveis ??de energia com baixa emissão de GEE. Porém, como as hidrelétricas dependem da chuva e os rios nem sempre possuem água suficiente para abastecer as turbinas, é necessário acionar as termelétricas movidas a combustível fóssil para que não falte energia em períodos de pouca chuva. A ativação de usinas termelétricas reflete no aumento das contas de luz e contribui com o aumento da emissão de gases poluentes.

Energia solar como aliada

Economizar energia, refletir sobre como ela é gerada, quais são seus impactos ambientais e repensar os hábitos culturais e de consumo é uma forma de contribuir individualmente com o meio ambiente e contra o avanço do aquecimento global. Porém, além das ações individuais, é preciso que o setor corporativo também avance com o mesmo objetivo.

De acordo com as projeções de longo prazo, esse movimento tem se consolidado, devido ao registro de uma forte queda nos preços das energias renováveis, que já possui um mercado com maior força de expansão e viabilidade econômica global, com 100% de participação das fontes limpas e renováveis. Assim, a estimativa é que até 2050, a energia solar poderá conquistar liderança e fornecer até 69% do total de energia primária global.

Dentre as opções de energia limpa, a solar é considerada uma das fontes alternativas mais promissoras para obtenção energética. Além de ser um recurso estratégico na transformação do meio ambiente, por ser limpa e renovável, também é capaz de diminuir a emissão de CO² na atmosfera.

Essa fonte de energia é considerada renovável porque é obtida por meio de uma energia inesgotável: o Sol. A captação da energia solar pelo painel inicia com o contato entre a luz solar e o equipamento. Nele, a energia térmica é enviada para uma peça chamada inversor, que a converte em carga elétrica. A produção pode então ser consumida ou enviada para uma rede de distribuição conectada ao sistema a partir desse ponto. Tecnologia trabalhando em favor da sustentabilidade.

fonte: G1

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